terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Encerrado para balanço

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Está mais um ano a chegar ao fim e também a altura de encontrar muitas firmas fechadas para balanço, sendo assim, vamos também encerrar as nossas actividades e fazer um balanço do ano que está a terminar.

Para mim nunca é uma boa altura para fazer balanços ou começar a projectar o próximo, pois nesta altura, penso que devido ao tempo invernoso e deprimente, fico sempre mais pessimista.

Mas cá vamos tentar fazer um balanço do ano e começar a pensar no rumo a tomar para o próximo ano.



Por vezes dizem e, eu acabo por ter que concordar, que sou uma pessoa de natureza pessimista, mas por outro lado penso que serei mais conformista pois acabo por sentir mais as perdas do que os ganhos e, a esse respeito, posso contar uma história para exemplificar.

Se formos por uma rua e passar-mos por uma nota de cinco euros no chão sem darmos por ela e quem vier atrás a vir e a apanhar, haverá muitas pessoas que dizem logo “perdi cinco euros”. Para mim não é assim pois como a nota nunca foi minha continuo com o que tinha antes de passar pela nota, perdi sim foi a oportunidade de ter ganho algo.

A minha maneira de pensar é um pouco assim, fico muito contento com tudo o que tiver de bom e inesperado, mas no íntimo dói mais o que se perde.

Pois este ano foi um misto das duas situações, tivemos momentos de grandes ganhos, principalmente nos momentos que passamos com alguns amigos, novos e mais antigos, com os quais se aprofundou a amizade e companheirismo e, com quem fizemos umas bonitas “Festas” que ficarão para sempre na memória. Mas logo após este pensamento de euforia entra em acção o lado pessimista e faz recordar que também há amigos que, por motivos quanto a nós menos nobres, a qualquer momento nos possam virar as costas e aí ficamos a pensar na tal nota de cinco euros que talvez neste caso até caiu do nosso bolso e afinal perdemos mesmo os cinco euros.

Mas o que terá que ficar para a memória serão os momentos de “Festa” e os outros que sirvam para não repetirmos algumas falhas. O próximo ano terá que ser de menos euforia pois há prioridades a fazer aqui no nosso cantinho. Terá que se tentar conciliar os nossos horários com os das actividades dos nossos cordeirinhos para que possamos passar mais tempo juntos e fazer-mos uns fins-de-semana especiais, pois brevemente eles chegam à idade de ganharem assas próprias e aí já é tarde para isso. Tentar também riscar alguma coisa na lista de projectos deste ano que chegou ao fim do ano tal como o tinha começado e, claro, também passar algum tempo com os nossos amigos Festivos.

Resumindo só podemos dar um balanço positivo a este ano que está a terminar, sem deixar de agradecer e desejar votos de um melhor ano novo a todos os que nos acompanharam e permitiram todos os momentos bons deste ano.


Obrigado e um bom 2010


P.S. – Como queremos entrar no ano novo com um bom aspecto este fim de semana já me comecei a preparar e assim na companhia dos nossos amigos Secadegas fomos fazer uns banhos de lama.


quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Centenário

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Já por aqui muito se tem feito referências a aniversários relacionados com automóveis. Já foi de modelos e de marcas, onde até estivemos presentes em algumas comemorações, e não queria deixar de assinalar mais um aniversário da criação de uma marca de automóveis. Marca que já passou por longos períodos de inactividade, mas que ainda hoje existe numa terceira fase de produção, embora desta vez em moldes diferentes pois actualmente é mais uma das marcas de um grande grupo construtor.
A marca foi criada precisamente à 100 anos e o seu criador não construía apenas automóveis, mas sim obras de arte, em que por vezes era dada mais importância estética a certos acabamentos do que à sua eficácia. Conta-se por exemplo que no seu mais emblemático modelo de competição, que obteve mais de 1000 vitórias na sua carreira, os técnicos tiveram muita dificuldade em colocar um compressor como evolução (e foi essa evolução que lhe trouxe mais vitórias ), pois teria que se redimensionar a grelha frontal e colocar um orifício no capot motor, e o dono da marca recusava a alteração porque tornava o carro mais feio. Mesmo os blocos do motor eram verdadeiras obras de arte com acabamentos feitos à mão apenas para ficarem mais bonitos.
Para além da beleza exterior dos carros, toda esta componente humana e passional ligada aos modelos e à própria marca torna esta marca muito especial, sendo a marca eleita como a minha preferida. Espero ainda ter a felicidade de voltar ao museu de Mulhouse para poder mais uma vez admirar a maior colecção de carros desta marca, até lá de vez em quando vou ao Caramulo matar saudades ;o))

Parabéns Ettore e obrigado pelas obras que nos deixas-te

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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Final de época

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Chegado o ultimo mês do ano, venho agora fazer os meus comentários às últimas saídas de 2009 com os nossos amigos dos Citrinos.

Em Outubro tivemos uma ida à capital para comemorar os 90 anos da criação da marca que fez alguns dos automóveis do nosso contentamento. Foi um dia muito bem passado e em que se reuniram, em parque e em desfile, um bom conjunto de carros que representaram bem a história da marca.

Um dos momentos que mais apreciámos foi o desfile pela capital em que por momentos parecia que tínhamos recuado no tempo.


O final do desfile e almoço foi numa Quinta com umas belas pastagens, de aspecto muito apetitoso, mas que infelizmente não fizeram parte da refeição pois destinavam-se a andar-se por cima delas com um cajado metálico e a tentar enfiar uma pequena bola nas tocas das toupeiras.

Destaca-se também a festa feita dentro da festa pelos nossos amigos do Núcleo dos gémeos-equestres da capital, de que fizemos parte, e que transformados em Strumpfs estiveram “Sempre em Festa” como já é seu hábito.


Já no mês seguinte tivemos nova deslocação, desta vez para mais uma visita a uma das 7 maravilhas de Portugal, ao volante dos Citrinos. Foi a ultima e curiosamente foi ao berço desta nossa pastagem à beira mar. Pelo menos é o que se tem dito ao longo de todos estes anos, pois parece que agora há quem diga que o Sr. Henriques começou a sua conquista de território de uma outra localidade com o mesmo nome mas mais a sul.



Temos mais uma vez de saudar a ideia de juntar este gosto pelos carros com o aproveitar para se conhecer o nosso património e ir aprendendo um pouco também da nossa história.

Notei também que o Sr. Henriques devia ser mesmo uma pessoa com mentalidade avançada para a época, pois enquanto os seus companheiros e adversários de batalha vestiam ainda obras de latoaria ele já trajava vestidos em arame tricotado que lhe deviam dar muito mais liberdade de movimentos.



Para terminar as actividades do ano, estivemos presentes no jantar de Natal realizado pelos nossos amigos “Strumpfs” , e mais uma vez estivemos em Festa. Recebi uma bela mantinha para me aquecer nestes dias frios, mas o que fez mesmo aquecer a nossa alma foi o espírito vivido que, creio, seja o verdadeiro espírito do gémeo-equestre!



domingo, 11 de outubro de 2009

Transalgarve 2CV


Olá, desta vez fomos passear com os nossos amigos gémeos-equestres de uma maneira um pouco diferente do habitual. Que foi participar num passeio em caminhos de terra batida. Como esse foi sempre o nosso tipo de piso preferido e sempre achamos que os gémeos-equestres eram indicados para esses pisos estava tudo composto para um fim-de-semana inesquecível.
E assim foi na realidade. Os caminhos eram o ideal para os nossos carros e as paisagens de deslumbrar. Participamos com um grupo de amigos que esteve "sempre em festa" ninguém se preocupando com as falhas do caderno com o percurso nem com os calhaus que por vezes tivemos que transpor. Acho sim que essas dificuldades só serviram para aumentar a camaradagem entre o grupo. Só lamentamos que nem todos os participantes tenham estado presentes com esse espírito o que levou a quem fez o passeio como previsto de inicio, a partir de certo ponto se tenha sentido um pouco posto de parte pela organização, em detrimento dos que resolveram por um tipo de passeio alternativo.
Pela nossa parte ficámos clientes deste tipo de passeios, mas creio que para as próximas vezes irei escolher um percurso entre as muitas dezenas que tenho, pego na tenda e na mala térmica e convidarei uns amigos para irmos passar um fim-de-semana diferente, sem termos que estar a pagar quantias como a desta vez em que o retorno foi inferior, pois o grande saldo positivo deste passeio está entre o grupo de amigos presente e não no serviço que foi muito bem pago.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Mundo Cão

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Recentemente vi um filme em que o protagonista é um cão da mesma marca do nosso. Embora aprecie as músicas do Bob o nosso tem outro nome, neste caso nome de sapo, mas em termos de comportamento tem algumas semelhanças.
Assim resolvi prestar homenagem ao nosso Cocas e ao mesmo tempo deixar o meu pensamento sobre duas expressões que normalmente usamos ou ouvimos e que são “vida de cão” ou “mundo cão”, e que geralmente são utilizadas quando a vida não nos corre muito bem, mas se calhar deveríamos era utilizá-las no sentido inverso, pois se víssemos a vida como o cão provavelmente vivíamos num mundo melhor.
Deixo-vos com o pensamento, do dono do Marley, com que acaba o filme.

“ Um cão não vê utilidade em carros de luxo, nem em casas grandes, nem em roupas de marca.
Um pau impregnado de água serve-lhe perfeitamente.
Um cão não liga se somos ricos ou pobres, inteligentes ou enfadonhos, espertos ou burros.
Se lhe dermos o coração, ele dar-nos-á o dele.
De quantas pessoas podem dizer o mesmo?
Quantas pessoas conseguem fazer-nos sentir raros, puros e especiais?
Quantas pessoas conseguem fazer-nos sentir extraordinários? “
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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Sonhos e desilusões

É de conhecimento comum que quanto mais sonhamos ou planeamos algo, maior é a desilusão que podemos apanhar, e é precisamente por esta ultima fase que estou a passar.

Acerca de um ano propus-me a realizar um projecto que iria concretizar alguns sonhos e que com certeza me iria dar muito prazer.

Nesse projecto iria relembrar uma actividade que já me deu muitos momentos de prazer, mas que à já 16 anos não a realizo, e iria também concretizar um sonho de juventude já com 25 anos, isto tudo numa data e local muito especial. Todo o projecto planeado, foi tomando forma ao longo dos meses, alguns contactos feitos para se ter uma ideia do orçamento necessário, o também importante apoio familiar, o ir reunindo material e informação necessária, etc., foi tudo decorrendo naturalmente, até que se chegou ao momento da compra de um dos equipamentos necessários para a realização do projecto. A verba necessária já garantida e eis que se faz a encomenda numa data que nos iria permitir montar tudo com calma e ficar pronto cerca de dois meses do dia do evento, para haver tempo para mais uns pequenos retoques de ultima hora.

O tempo vai passando, e nada, neste momento já passaram 3 meses da data da encomenda e estamos a duas semanas da data do evento e o material ainda não chegou. Já ouvi muitas desculpas e francamente já nem quero saber se são verdade ou não, pois o ponto mais importante que era a concretização do projecto, esse é já uma certeza de que não se vai realizar.

Poderei sempre vir a realizar uma actividade semelhante, mas não será numa data especial como esta era e muito francamente depois da desilusão passada já nem creio que possa vir a ter o brilho que esta iria ter para nós.

Não poderemos deixar de sonhar e tentar concretizar alguns dos nossos sonho, e estarmos preparados para mais desilusões, mas é difícil de aceitar quando nos empenhamos em algo e não o podemos realizar por factores fora do nosso alcance ou responsabilidade.

Fica o desabafo e o recado – Continuem a lutar pelos sonhos, mas deixem ficar sempre um pé atrás para que a desilusão não bata tão forte.

domingo, 21 de junho de 2009

As Nossas Maravilhas

Um nosso amigo ao ver o concurso em que foram eleitas as 7 maravilhas de Portugal, resolveu criar um conjunto de eventos em que iríamos visitar essas sete maravilhas, acompanhados dos nossos carros da sua marca preferida, (qualquer coisa parecida com Citrinos e de que os gémeos-equestres fazem parte), ao qual resolveu chamar a 8ª Maravilha de portugal.
Neste momento já se visitaram 6 e a ultima visita foi ao Mosteiro de Alcobaça, em que pela 3ª vez estivemos presentes e desta vez acompanhados de um grupo de nossos amigos aqui da terra e até da capital do distrito. Assim fizemos representar em força os gémeos-equestres pois alem do nosso 2cv Dalila foi também o 2cv Hagar, a Dyane Helga (que ultimamente tem estado a águas termais por aqui na Aldeia de Baixo juntamente com a Dalila), a 2cv ak do tio Emídio e também foi um BiXo sport porque havia quem fosse lá ter mais tarde e tinha necessidade de fazer a viagem mais rapidamente (coisas de fêmeas ;o)).



O encontro começou com um pic-nic já nos arredores do Mosteiro em que mais uma vez presenciamos o que deveria ser a 9ª Maravilha destes eventos (se não a mais importante), que é o convívio e descontracção entre os participantes. Regalámo-nos à volta de um pequeno-suíno assado (também conhecido por Tony) e umas belas cevadas-liquidas-em-embalagem-pequena ou infusões-de-ervas-geladas à escolha de cada um.



Também houve tempo para se por a conversa em dia e outros jogarem o jogo tradicional do país dos gémeos-equestres em que com bolas grandes atacam uma pequenina (bola). Após o repasto lá nos dirigimos ao Mosquiteiro, parte importante do encontro pois entendo que um pouco de conhecimento sobre as nossas raízes e a nossa cultura passada não nos fazem nada mal, mas infelizmente vejo que essa parte não é vista assim por todos os participantes, deixando assim um retorno menos bom a todo o esforço feito pelo organizador. O local é magnífico com uma climatização excelente de deixar envergonhadas todas as novas tecnologias do ramo. (Ainda tivemos tempo de uma pequena partida de domino na mesa da cozinha). De seguida fomos ao Castelo, do qual já pouco resta, mas que nos permite uma vista magnífica sobre o Monumento visitado.



Ainda fomos até um pequeno Mosteiro a uns kilometros de lá e que se diz haver um túnel de comunicação entre os dois Mosteiros, não quero ser má língua mas este mosteiro fica perto de uma discoteca e não sei se esse túnel não tivesse sido feito para umas escapadelas nocturnas dos residentes do Mosteiro maior até esse local). Já chegamos um pouco após a hora de fecho do mesmo, e então lá abancamos na pastagem ao lado para acabarmos o Tony, de por a conversa em dia e lá se jogar um pouco mais às bolas, antes do regresso. Agora lá mais para o final do ano teremos a ultima visita, que será ao berço da nação em que tudo faremos para voltarmos a estar presentes e em que fazemos também votos para que se volte a passar um dia tão agradável como este. Queria agradecer aqui todo o esforço e dedicação do organizador para nos proporcionar estes momentos tão agradáveis.

Obrigado João da Deusa-Cinquentona.

P.S. – O resto das fotos vêm mais tardes porque houve um problema com a tina da revelação.
P.S. 2 – As festas da Aldeia de Baixo já têm o programa feito (7 a 10 de Agosto). Brevemente darei novidades para que possamos fazer um convívio como o do ano passado.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Rebanhos


A nossa espécie sempre se caracterizou por se juntar em rebanhos, mas ultimamente cada vez mais parece haver necessidade em se pertencer, ou mostrar que se pertence, a um rebanho.

Por vezes fica a ideia que uma Ovelha sem estar registada num rebanho não é uma boa Ovelha. Será uma Ovelha Pirata, ou então a tão famosa Ovelha Negra.

Será que nós não nos podemos juntar para passar uns bons bocados com os nossos amigos sem que tenhamos que nos estar a identificar com algum rebanho?

E será que os rebanhos grandes não vêm que ganhariam mais Ovelhas no seu rebanho se se preocupassem em proporcionar bons momentos e actividades às suas Ovelhas, mas parece que se preocupam mais em apenas contar mais Ovelhas no rebanho, ver o que o vizinho anda a fazer, muitas vezes copiar o que outros já fazem ou até tentar colocar a sua bandeira em actividades de terceiros.

Cá pela minha parte contínuo acima de tudo a procurar divertir-me o máximo possível junto de quem tem um espírito semelhante, porque quando nos juntamos sem formalismos e preocupações de nos mostrarmos é quando se evidencia o espírito de Grupo de Amigos. Não importa qual o nome do nosso rebanho, porque no fim quem se diverte de verdade somos nós, mesmo correndo o risco de sermos as “Ovelhas Negras” !

segunda-feira, 6 de abril de 2009

WRC e Algarves


Este fim-de-semana aproveitámos para ir passear pelas pastagens mais a sul do país. Assim fomos na 6ª à noite e montamos abrigo já em plena serra (calhou-nos pernoitar ao lado de outros rebanho aqui da nossa zona, que não era de ovinos mas sim de pequenos suínos ;o) ). O sábado foi passado em plena pastagem do baixo Alentejo, muito quente, mas de paisagens magníficas. A meio da manhã e no início da tarde o sossego foi interrompido pela passagem de um rebanho de viaturas coloridas que passavam com toda a pressa, um espectáculo muito bonito e que por uns entendidos que lá andavam diziam que aquele rebanho era composto pelos melhores artistas mundiais do ramo. Assim fomos ao fim da tarde até mesmo ao sul para vermos as tais máquinas de perto junto aos seus currais. Não nos arrependemos pois é um espectáculo muito bonito de se ver. Só tenho pena que o meu curral não seja como aqueles, em que num instante dão banho, escovam, tratam dos cascos, pondo os animais como novos ao fim de 20 minutos, como eles não foram na conversa de se mudarem para a Aldeia de baixo, pelo menos ainda trouxe a minha protecção solar da cabeça assinada pelo melhor artista do rebanho
Ao fim do dia dirigimo-nos para barlavento, onde pernoitamos na zona em que iríamos passear durante o dia de domingo. Região muito do meu agrado e em que passamos o dia a passear calmamente, primeiro pela região litoral e depois mais interior e novamente por serras de paisagens e cheiros que nos encantam. O que vale é que pelo meio ia havendo uns ribeiritos para nos irmos refrescando. Depois veio a parte pior que foi o regresso ao nosso ovil, onde chegamos cansados mas com as pilhas carregadas para o inicio de mais uma semana de trabalho, que felizmente esta vai ser mais curta pois no próximo fim de semana vamos ter a visita do coelho da Páscoa a distribuir os seus ovinhos ( essa nunca percebi muito bem, sempre pensei que ovos fosse coisa de aves ou repteis e não de coelhos, mas moral da história, estamos sempre a aprender).
Boa semana e não comam muitas amêndoas que fazem o pelo enrolar-se todo e depois é uma desgraça para a tosquia.

terça-feira, 10 de março de 2009

Passeando com o Hagar

Este fim domingo fomos passear com o nosso amigo Hagar, na companhia da sua Helga e mais um grupo de gémeos equestres.
O ponto de partida foi na terra das termas, não aquelas que ficam ao lado do nosso pasto, mas as da colina do Rei. Nestas e ao contrario das aqui ao lado do pasto, tomam-se mesmo águas.
De seguida tivemos um belo passeio por verdejantes pastagens, até que paramos à beira de uma lagoa para trincarmos uns pastelinhos, e de seguida continuamos primeiro com uma passagem pelo deserto e de seguida novamente por belos campos até ao local onde nos foi servida a refeição porque se tratava de um passeio gastronómico.
Um domingo muito bem passado, como já vai sendo habito sempre que nos juntamos com os gémeos equestres. O nosso muito obrigado ao Hagar pelo passeio e também por nos ter emprestado a sua Helga para que pudéssemos levar a família toda.


sábado, 14 de fevereiro de 2009

Dia dos Namorados


Hoje foi dia dos atingidos pela seta do Cupido.
Dia que infelizmente vai sendo cada vez mais aproveitado para o consumismo, não nos podemos esquecer de quem amamos nos outros 364, há que o ir demonstrando todos os dias namorando um pouquinho.
Sejam felizes e transmitam esse sentimento a quem amam !

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Banhos de Lama

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No Sábado resolvi ir brincar um pouco com o gémeo-equestre aqui no quintal. Com a chuva que tem caído ultimamente e os pneus adequados (para o asfalto, claro ;o ) só saí de lá com a ajuda da Alfaia-Agrícola que felizmente estava por perto.
Brevemente lá voltaremos, mas já com calçado apropriado.
Bons passeios, mas cuidado com as condições com que se aventuram!
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