domingo, 21 de junho de 2009

As Nossas Maravilhas

Um nosso amigo ao ver o concurso em que foram eleitas as 7 maravilhas de Portugal, resolveu criar um conjunto de eventos em que iríamos visitar essas sete maravilhas, acompanhados dos nossos carros da sua marca preferida, (qualquer coisa parecida com Citrinos e de que os gémeos-equestres fazem parte), ao qual resolveu chamar a 8ª Maravilha de portugal.
Neste momento já se visitaram 6 e a ultima visita foi ao Mosteiro de Alcobaça, em que pela 3ª vez estivemos presentes e desta vez acompanhados de um grupo de nossos amigos aqui da terra e até da capital do distrito. Assim fizemos representar em força os gémeos-equestres pois alem do nosso 2cv Dalila foi também o 2cv Hagar, a Dyane Helga (que ultimamente tem estado a águas termais por aqui na Aldeia de Baixo juntamente com a Dalila), a 2cv ak do tio Emídio e também foi um BiXo sport porque havia quem fosse lá ter mais tarde e tinha necessidade de fazer a viagem mais rapidamente (coisas de fêmeas ;o)).



O encontro começou com um pic-nic já nos arredores do Mosteiro em que mais uma vez presenciamos o que deveria ser a 9ª Maravilha destes eventos (se não a mais importante), que é o convívio e descontracção entre os participantes. Regalámo-nos à volta de um pequeno-suíno assado (também conhecido por Tony) e umas belas cevadas-liquidas-em-embalagem-pequena ou infusões-de-ervas-geladas à escolha de cada um.



Também houve tempo para se por a conversa em dia e outros jogarem o jogo tradicional do país dos gémeos-equestres em que com bolas grandes atacam uma pequenina (bola). Após o repasto lá nos dirigimos ao Mosquiteiro, parte importante do encontro pois entendo que um pouco de conhecimento sobre as nossas raízes e a nossa cultura passada não nos fazem nada mal, mas infelizmente vejo que essa parte não é vista assim por todos os participantes, deixando assim um retorno menos bom a todo o esforço feito pelo organizador. O local é magnífico com uma climatização excelente de deixar envergonhadas todas as novas tecnologias do ramo. (Ainda tivemos tempo de uma pequena partida de domino na mesa da cozinha). De seguida fomos ao Castelo, do qual já pouco resta, mas que nos permite uma vista magnífica sobre o Monumento visitado.



Ainda fomos até um pequeno Mosteiro a uns kilometros de lá e que se diz haver um túnel de comunicação entre os dois Mosteiros, não quero ser má língua mas este mosteiro fica perto de uma discoteca e não sei se esse túnel não tivesse sido feito para umas escapadelas nocturnas dos residentes do Mosteiro maior até esse local). Já chegamos um pouco após a hora de fecho do mesmo, e então lá abancamos na pastagem ao lado para acabarmos o Tony, de por a conversa em dia e lá se jogar um pouco mais às bolas, antes do regresso. Agora lá mais para o final do ano teremos a ultima visita, que será ao berço da nação em que tudo faremos para voltarmos a estar presentes e em que fazemos também votos para que se volte a passar um dia tão agradável como este. Queria agradecer aqui todo o esforço e dedicação do organizador para nos proporcionar estes momentos tão agradáveis.

Obrigado João da Deusa-Cinquentona.

P.S. – O resto das fotos vêm mais tardes porque houve um problema com a tina da revelação.
P.S. 2 – As festas da Aldeia de Baixo já têm o programa feito (7 a 10 de Agosto). Brevemente darei novidades para que possamos fazer um convívio como o do ano passado.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Rebanhos


A nossa espécie sempre se caracterizou por se juntar em rebanhos, mas ultimamente cada vez mais parece haver necessidade em se pertencer, ou mostrar que se pertence, a um rebanho.

Por vezes fica a ideia que uma Ovelha sem estar registada num rebanho não é uma boa Ovelha. Será uma Ovelha Pirata, ou então a tão famosa Ovelha Negra.

Será que nós não nos podemos juntar para passar uns bons bocados com os nossos amigos sem que tenhamos que nos estar a identificar com algum rebanho?

E será que os rebanhos grandes não vêm que ganhariam mais Ovelhas no seu rebanho se se preocupassem em proporcionar bons momentos e actividades às suas Ovelhas, mas parece que se preocupam mais em apenas contar mais Ovelhas no rebanho, ver o que o vizinho anda a fazer, muitas vezes copiar o que outros já fazem ou até tentar colocar a sua bandeira em actividades de terceiros.

Cá pela minha parte contínuo acima de tudo a procurar divertir-me o máximo possível junto de quem tem um espírito semelhante, porque quando nos juntamos sem formalismos e preocupações de nos mostrarmos é quando se evidencia o espírito de Grupo de Amigos. Não importa qual o nome do nosso rebanho, porque no fim quem se diverte de verdade somos nós, mesmo correndo o risco de sermos as “Ovelhas Negras” !