terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Boas Festas



Queria desejar a todos os amigos umas boas festas e um feliz 2009.
O Natal por aqui não foi mau pois já consigo colocar novamente fotos nas mensagens (é escusado dizer de onde vinha o problema ;o) ) , e também tivemos a agradável surpresa de sermos presenteadas com uma nova parceira aqui para a pastagem com um camisolão todo janota e natalício. Com o frio que tem feito acho que também vou ter que arranjar um porque a minha lã não sei se vai chegar. Obrigado Hagar !

O final de 2008 foi repleto de actividades, estive no encontro ibérico das alfaias agrícolas, em que se juntaram mais de 1000 ( é muito animal a lavrar terra ) e também os 60 anos dos gémeos equestres, mas como agora vem o mau tempo e não vai haver vontade de passear, irei pondo aos poucos algumas imagens e comentários sobre esses e outros eventos ou curiosidades.

Não se esqueçam de colocar umas Dalilas nos vossos presépios e Feliz 2009

terça-feira, 16 de setembro de 2008

AGOSTO 2008

Pois é meus amigos, passou-se mais um mês de Agosto, no qual aproveitei bastante para estar com os meus amigos, (daí a minha ausência por estas bandas).
O mês começou com as tradicionais festas de arraial aqui na Aldeia de Baixo. Festas estas um pouco ignoradas pelos rebanhos mais urbanos, mais habituados a outros festejos mais elaborados e pomposos e que a meu ver não nos deixa tão à vontade para conviver com os amigos e até saborear uns bons petiscos ao som da musica popular portuguesa, e este ano foi mesmo assim. Tivemos a visita de alguns dos companheiros "gémeos equestres" e passamos um dia muito agradável.

Após o digestivo fomos todos almoçar (mesmo com uns depravados que só pensavam em comer Dalilas), que foi bastante animado, tendo-se de seguida apreciado a Procissão religiosa, e após a compra de uns bolos tradicionais acabamos o dia à sombra de umas palmeiras e na companhia de umas mines ;o)



Mais para o final do mês decidi mo-nos a rumar até umas serras vizinhas onde apreciamos lindas pastagens a perder de vista,sempre por caminhos no nosso piso preferido ;o)


fizemos uma paragem junto a um moinho para apreciarmos pastagens mais distantes,



fisemos uma visita à Fábrica Nacional de Paralelos de Calçada



e de seguida a bela paragem para a ração diária que foi servida num muito agradável parque de merendas.


Ainda no mês de Agosto e sempre na companhia dos "gémeos equestres" voltamos à beira rio para uma nova canoagem, que desta vez não nos apanhou desprevenidos e levamos a nossa reserva de cevada liquida, para irmos matando a sede durante a descida. Nesta descida ainda tivemos tempo para cumprimentar umas primas nossas que pastavam à beira rio.


O meu pensamento final deste mês só vai para o facto de porque é que se vai por vezes para tão longe e dispensar tanto das nossas reservas económicas, se podemos passar momentos tão agradáveis tão perto e com os nossos bens mais preciosos que são a nossa família e os nossos amigos.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Navegando de canoa com os gémeos-equestres


Olá, cá estou novamente para vos contar como se passou mais um fim-de-semana.
Desta vez resolvemos responder ao desafio de uns nossos amigos, dos gémeos-equestres, e fomos para o interior com o objectivo de ir fazer um passeio numas pequenas embarcações a que chamam canoas.
Mal terminámos os nossos afazeres na sexta-feira pusemo-nos logo ao caminho. Fomo-nos encontrar com uns amigos que também para lá iam. Parámos para comprar gelo para que as bebidas se mantivessem na temperatura ideal, e metemo-nos por aqueles carreiros sempre a direito com umas vedações de lado, para chegar-mos ao destino e montarmos os nossos abrigos portáteis ainda de dia. Após a montagem dos abrigos reunimos o grupo todo para comer e fomos ficando em alegre convívio até as primeiras horas do dia seguinte, que foi o dia do nosso passeio, em que nas tais embarcações fizemos a viagem desde o local onde guardam a água para a nossa capital até ao local onde tínhamos passado a noite.
Foram uns kilometros magníficos em que estivemos em perfeito contacto com a natureza no seu estado mais puro. Chegámos por momentos a nos esquecermos de toda a obra da civilização que há do outro lado das encostas, e de todas as preocupações que elas nos trazem. Apenas não nos pudemos deliciar com um banho mais demorado porque a água estava muito fria, até com a minha lã toda, que sim, ainda não fui à tosquia, ficávamos gelados em pouco tempo, mas com o calor que estava fora de água até nos sabiam bem esses pequenos mergulhos.
Após o passeio e o merecido banho de água quente fomos todos a uma casa de pasto tratar do almoço que já todos estavam a merecer.
Após o retemperador almoço e enquanto uns se preparavam para a sesta, nós tivemos que regressar à nossa aldeia pois tínhamos combinado para o dia seguinte um piquenic com o pessoal da nossa aldeia, num parque aqui perto onde viemos a passar um dia muito agradável, desta vez com direito a sesta e tudo, e em que até estivemos a experimentar um jogo com bolas muito popular na terra dos nossos primos Moutons.
E assim se passou mais um fim-de-semana com muito convívio, bem estar e que nos ajuda muito a estar de bom humor o resto do tempo.
Divirtam-se e até breve.

Fim de semana à beira mar


Com o início da época mais quente, este mês resolvi aproveitar para ir passar uns dias fora.
A primeira saída foi até umas pastagens à beira mar. Até calhou bem ser num fim-de-semana em que o calor não estava a apertar muito, porque ainda não fui à tosquia e assim não é tão sufocante.
No primeiro dia fomos conhecer a região e suas pastagens. Aproveitámos para ir ver umas que estão a ser construídas por lá. Vão ser todas vedadas e deverão ficar muito bonitas à vista, mas francamente acho que não me iria habituar a tais pastagens. O pasto é daqueles “light” feitos em viveiros e os locais de pernoita mais parecem coelheiras todas quadradas e umas em cima das outras.
Daí seguimos para o local de almoço, que foi à sombra de uns pinheiros num local muito agradável e pouco modificado pelo homem. Após o almoço continuámos o passeio, desta vez mais pela beira do mar. Em frente do local onde estávamos via-se uma pequena pastagem no meio do mar. Dizem que o pasto por lá não é grande coisa, mas um dia ainda hei-de lá ir. Ao final do dia fomos para o local de pernoita, onde montámos os nossos abrigos portáteis e reunimos a família toda para a refeição e mais um pouco de convívio por entre algumas bebidas que a poeira do passeio nos tinha deixado com a goela seca. O dia seguinte acordou ventosa. Dizem que durante a noite já tinha feito muito vento, mas eu não dei por nada, dormi muito bem, sem ser preciso contar carneiros para adormecer nem nada.
Durante a manhã aproveitámos para fazer um pequeno passeio pela terra onde tínhamos pernoitado, e ainda demos uma vista de olhos pelas vendas de diversos artefactos e adornos que por lá havia. Da parte da tarde resolvemos ficar de papo para o ar e fomos até à beira mar. Como ainda estava vento fomos para a parte mais abrigada, onde nos estivemos a Consolar em cima de umas pedras medicinais que estavam muito quentinhas. Ainda fomos até ao outro lado para dar um mergulho nas águas mas tivemos que voltar rapidamente para as pedras porque o vento não nos deixava aquecer.
E assim se passou um belo fim-de-semana com bastante contacto com a natureza, económico e em são convívio familiar, provavelmente muito mais gratificante do que se tivéssemos ido para um qualquer destino turístico apenas para alimentar o nosso ego social.