Pois é. Realmente há dias assim como o passado sábado que ficam na memória pelos bons momentos que passamos com os amigos.
Tudo se iniciou pela Invicta, onde fomos a convite de um amigo, estar presentes numa exposição dos seus trabalhos, numa conhecida livraria da cidade, onde também ia ser festejado o seu aniversário.
Nesta foto ele está junto de um dos seus convidados, um piloto que muito tem prestigiado o pais por terras do tio Sam.
É claro que não saímos de mãos a abanar, para além de o estomago reconfortado com o bolo de aniversário ainda trouxemos mais umas lembranças e compras relacionadas com a paixão dos carros.
De seguida descemos até Oliveira do Bairro onde fomos à discoteca. Não, não foi para dar um pézinho de dança nem para responder a nenhum QUESTionário mas sim para almoçar com o nosso grande amigo que por lá vive e que é muito boa praça.
Como se ainda não chegasse, conseguiram convencer-nos a ir a mais um sitio, e lá seguimos para a Vila Museu do Vinho onde fomos em companhia com mais um grupo de amigos dos gémeos-equestres, ao 10º Àvinho - festival do Vinho e das Adegas .
Por lá andámos até o Tim se calar e sermos corridos pela chuva, mas foi mesmo de perder a cabeça.
Só tenho a agradecer a todos os amigos que nos convidaram e proporcionaram um dia tão cheio de alegria e amizade como este.
Como já é habito em Março, no passado domingo tivemos o Passeio Gastronómico do Team Hagar, para os amigos dos gémeos-equestres.
O inicío foi em Fátima, num dos parques perto do Santuário, onde Hagar e Helga estavam a fazer a recepção .
Aos poucos os outros participantes foram chegando para tomar um cafézinho e por a conversa em dia.
De seguida fomos até à pedreira do Galinha onde se pôde apreciar os rastos deixados por uns caminhantes, não sabemos se peregrinos para fátima, que por lá ficaram marcados uns tempos antes da nossa espécie ter aparecido.
Após as pegadas de Dinossauro rumámos até Alvados onde se visitaram umas das bonitas grutas que lá existem.
Termináda a visita às grutas, descemos a serra até ao centro de Alvados onde o animado almoço foi servido na Flor da Serra.
Após este, e o habitual sorteio de lembranças ainda ouve tempo para uma animada cavaqueira junto à lareira.
Mais uma vez se passou um magnifico dia na companhia de bons amigos e em que até o estado do tempo ajudou pois esteve um belo dia de sol após uma semana de muita chuva.
Numa das minhas recentes caminhadas para pavilhões desportivos a levar a minha cordeirinha para as suas actividades deparei-me com este cenário que não resisti a fotografar e a partilhar convosco.
Fiquei muito satisfeito e orgulhoso por ver que a nossa espécie não é só criada com fins lucrativos, seja pelo leite, lã ou ... carne. Existe ainda quem trate a nossa espécie com todos os mimos e mordomias chegando a proporcionar um pequeno almoço como este.
Não será como levar o pequeno almoço à cama, mas pelo menos é servido com a melhor loiça.
Este fim de semana o clube automóvel da minha terra natal encerrou as comemorações do seu 40º aniversário, com o já seu habitual jantar de aniversário. Para nós este ano teve um significado especial pois foi-nos entregue o emblema de prata símbolo de 25 anos como sócio do clube. Tal como em qualquer outra relação com tal idade houve momentos bons e outros menos bons uns mais unidos outros mais afastados, mas ao fim de todos estes anos o balanço só pode ser positivo e é com muito orgulho que continuarei a fazer parte deste clube.
Ao ler a celebre frase de Pierre de Coubertin, e que embora tivesse sido dita informalmente, tornou-se num dos lema dos Jogos Olimpicos, levou-me a pensar até que ponto este lema ainda hoje é utilizados. Em termos de desporto já não vejo onde se possa utilizar pois desde as actividades para as camadas mais novas que é logo incutido o espirito de vencedor e perdedor ficando para segundo plano o prazer que se pode ter apenas participando. Em termos profissionais também não vejo que se possa utilizar pois a competição e meios empregues para atingir objectivos ainda é mais dura que no desporto e finalmente na vida pessoal também já vai sendo muito raro, pois temos que ter sempre qualquer coisa a mais que o nosso vizinho ou os elementos do grupo com que nos reunimos. Se todos parassemos um pouco para pensarmos neste lema seguramente que se iria encarar a vida com um outro espirito e desportiviso que muito faz falta, e no final iriamos ter uma sociedade muito mais unida com mais amizade e concerteza que se tirava muito mais prazer da vida. Está na hora de se voltar a competir por um punhado de feijões frade e no fim partilhá-lo com os amigos que participaram e não por ficarmos à frente de todos os outros, correndo o risco de se ter uma congestão com tanto feijão comido.
No jornal Dica da semana de 14 de Janeiro encontrei este artigo em que noticiam o trabalho que uma escola agrária está a fazer para travar a extinção de uma raça de Ovelhas.
Eu aproveito para reforçar o pedido e relembrar que sem o leite das Ovelhas não se faziam aqueles queijos tão apetitosos, secos, bolorentos, esburacados ou os nossos preferidos amanteigados e também numa época em que se fala tanto em ecologia e preservação do ambiente não se esqueçam que a lã da Ovelha faz uma camisola muito mais ecológica e tão ou mais quentinha do que uma feita com fibras sintéticas. E já que estamos numa de apelos à preservação de espécies não se esqueçam de preservar a raça humana e as suas mais belas características, esqueçam as novas tendências de vidas competitivas e por objectivos e preservem a amizade e aproveitem ao máximo o que têm, sem se preocuparem com o que poderiam ter. Sejam felizes sendo quem são e com o que têm e agasalhem-se bem com mantas de lã de Ovelha ;o))
Está mais um ano a chegar ao fim e também a altura de encontrar muitas firmas fechadas para balanço, sendo assim, vamos também encerrar as nossas actividades e fazer um balanço do ano que está a terminar.
Para mim nunca é uma boa altura para fazer balanços ou começar a projectar o próximo, pois nesta altura, penso que devido ao tempo invernoso e deprimente, fico sempre mais pessimista.
Mas cá vamos tentar fazer um balanço do ano e começar a pensar no rumo a tomar para o próximo ano.
Por vezes dizem e, eu acabo por ter que concordar, que sou uma pessoa de natureza pessimista, mas por outro lado penso que serei mais conformista pois acabo por sentir mais as perdas do que os ganhos e, a esse respeito, posso contar uma história para exemplificar.
Se formos por uma rua e passar-mos por uma nota de cinco euros no chão sem darmos por ela e quem vier atrás a vir e a apanhar, haverá muitas pessoas que dizem logo “perdi cinco euros”. Para mim não é assim pois como a nota nunca foi minha continuo com o que tinha antes de passar pela nota, perdi sim foi a oportunidade de ter ganho algo.
A minha maneira de pensar é um pouco assim, fico muito contento com tudo o que tiver de bom e inesperado, mas no íntimo dói mais o que se perde.
Pois este ano foi um misto das duas situações, tivemos momentos de grandes ganhos, principalmente nos momentos que passamos com alguns amigos, novos e mais antigos, com os quais se aprofundou a amizade e companheirismo e, com quem fizemos umas bonitas “Festas” que ficarão para sempre na memória. Mas logo após este pensamento de euforia entra em acção o lado pessimista e faz recordar que também há amigos que, por motivos quanto a nós menos nobres, a qualquer momento nos possam virar as costas e aí ficamos a pensar na tal nota de cinco euros que talvez neste caso até caiu do nosso bolso e afinal perdemos mesmo os cinco euros.
Mas o que terá que ficar para a memória serão os momentos de “Festa” e os outros que sirvam para não repetirmos algumas falhas. O próximo ano terá que ser de menos euforia pois há prioridades a fazer aqui no nosso cantinho. Terá que se tentar conciliar os nossos horários com os das actividades dos nossos cordeirinhos para que possamos passar mais tempo juntos e fazer-mos uns fins-de-semana especiais, pois brevemente eles chegam à idade de ganharem assas próprias e aí já é tarde para isso. Tentar também riscar alguma coisa na lista de projectos deste ano que chegou ao fim do ano tal como o tinha começado e, claro, também passar algum tempo com os nossos amigos Festivos.
Resumindo só podemos dar um balanço positivo a este ano que está a terminar, sem deixar de agradecer e desejar votos de um melhor ano novo a todos os que nos acompanharam e permitiram todos os momentos bons deste ano.
Obrigado e um bom 2010
P.S. – Como queremos entrar no ano novo com um bom aspecto este fim de semana já me comecei a preparar e assim na companhia dos nossosamigos Secadegas fomos fazer uns banhos de lama.
Olá, eu chamo-me Dalila e sou uma vulgar ovelha que vive num pasto à beira rio, embora tenha nascido numa cidade. Eu gosto de ter um olhar atento ao mundo que me rodeia, tirando daí as minhas conclusões que tentarei ir colocando aqui, para partilhar as minhas duvidas e tentar compreender um pouco melhor o mundo que rodeia o meu pasto.