domingo, 11 de outubro de 2009

Transalgarve 2CV


Olá, desta vez fomos passear com os nossos amigos gémeos-equestres de uma maneira um pouco diferente do habitual. Que foi participar num passeio em caminhos de terra batida. Como esse foi sempre o nosso tipo de piso preferido e sempre achamos que os gémeos-equestres eram indicados para esses pisos estava tudo composto para um fim-de-semana inesquecível.
E assim foi na realidade. Os caminhos eram o ideal para os nossos carros e as paisagens de deslumbrar. Participamos com um grupo de amigos que esteve "sempre em festa" ninguém se preocupando com as falhas do caderno com o percurso nem com os calhaus que por vezes tivemos que transpor. Acho sim que essas dificuldades só serviram para aumentar a camaradagem entre o grupo. Só lamentamos que nem todos os participantes tenham estado presentes com esse espírito o que levou a quem fez o passeio como previsto de inicio, a partir de certo ponto se tenha sentido um pouco posto de parte pela organização, em detrimento dos que resolveram por um tipo de passeio alternativo.
Pela nossa parte ficámos clientes deste tipo de passeios, mas creio que para as próximas vezes irei escolher um percurso entre as muitas dezenas que tenho, pego na tenda e na mala térmica e convidarei uns amigos para irmos passar um fim-de-semana diferente, sem termos que estar a pagar quantias como a desta vez em que o retorno foi inferior, pois o grande saldo positivo deste passeio está entre o grupo de amigos presente e não no serviço que foi muito bem pago.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Mundo Cão

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Recentemente vi um filme em que o protagonista é um cão chamado Marley. (Embora aprecie as músicas do Bob acho que este não tem a ver com essa família.)
Assim resolvi deixar o meu pensamento sobre duas expressões que normalmente usamos ou ouvimos e que são “vida de cão” ou “mundo cão”, e que geralmente são utilizadas quando a vida não nos corre muito bem, mas se calhar deveríamos era utilizá-las no sentido inverso, pois se víssemos a vida como o cão provavelmente vivíamos num mundo melhor.
Deixo-vos com o pensamento, do dono do Marley, com que acaba o filme.

“ Um cão não vê utilidade em carros de luxo, nem em casas grandes, nem em roupas de marca.
Um pau impregnado de água serve-lhe perfeitamente.
Um cão não liga se somos ricos ou pobres, inteligentes ou enfadonhos, espertos ou burros.
Se lhe dermos o coração, ele dar-nos-á o dele.
De quantas pessoas podem dizer o mesmo?
Quantas pessoas conseguem fazer-nos sentir raros, puros e especiais?
Quantas pessoas conseguem fazer-nos sentir extraordinários? “
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domingo, 21 de junho de 2009

As Nossas Maravilhas

Um nosso amigo ao ver o concurso em que foram eleitas as 7 maravilhas de Portugal, resolveu criar um conjunto de eventos em que iríamos visitar essas sete maravilhas, acompanhados dos nossos carros da sua marca preferida, (qualquer coisa parecida com Citrinos e de que os gémeos-equestres fazem parte), ao qual resolveu chamar a 8ª Maravilha de portugal.
Neste momento já se visitaram 6 e a ultima visita foi ao Mosteiro de Alcobaça, em que pela 3ª vez estivemos presentes e desta vez acompanhados de um grupo de nossos amigos aqui da terra e até da capital do distrito. Assim fizemos representar em força os gémeos-equestres pois alem do nosso 2cv Dalila foi também o 2cv Hagar, a Dyane Helga (que ultimamente tem estado a águas termais juntamente com a Dalila).



O encontro começou com um pic-nic já nos arredores do Mosteiro em que mais uma vez presenciamos o que deveria ser a 9ª Maravilha destes eventos (se não a mais importante), que é o convívio e descontracção entre os participantes. Regalámo-nos à volta de um pequeno-suíno assado (também conhecido por Tony) e umas belas cevadas-liquidas-em-embalagem-pequena ou infusões-de-ervas-geladas à escolha de cada um.



Também houve tempo para se por a conversa em dia e outros jogarem o jogo tradicional do país dos gémeos-equestres em que com bolas grandes atacam uma pequenina (bola). Após o repasto lá nos dirigimos ao Mosquiteiro, parte importante do encontro pois entendo que um pouco de conhecimento sobre as nossas raízes e a nossa cultura passada não nos fazem nada mal, mas infelizmente vejo que essa parte não é vista assim por todos os participantes, deixando assim um retorno menos bom a todo o esforço feito pelo organizador. O local é magnífico com uma climatização excelente de deixar envergonhadas todas as novas tecnologias do ramo. (Ainda tivemos tempo de uma pequena partida de domino na mesa da cozinha). De seguida fomos ao Castelo, do qual já pouco resta, mas que nos permite uma vista magnífica sobre o Monumento visitado.



Ainda fomos até um pequeno Mosteiro a uns kilometros de lá e que se diz haver um túnel de comunicação entre os dois Mosteiros, não quero ser má língua mas este mosteiro fica perto de uma discoteca e não sei se esse túnel não tivesse sido feito para umas escapadelas nocturnas dos residentes do Mosteiro maior até esse local). Já chegamos um pouco após a hora de fecho do mesmo, e então lá abancamos na pastagem ao lado para acabarmos o Tony, de por a conversa em dia e lá se jogar um pouco mais às bolas, antes do regresso. Agora lá mais para o final do ano teremos a ultima visita, que será ao berço da nação em que tudo faremos para voltarmos a estar presentes e em que fazemos também votos para que se volte a passar um dia tão agradável como este. Queria agradecer aqui todo o esforço e dedicação do organizador para nos proporcionar estes momentos tão agradáveis.

Obrigado João da Deusa-Cinquentona.

P.S. – O resto das fotos vêm mais tardes porque houve um problema com a tina da revelação.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Rebanhos


A nossa espécie sempre se caracterizou por se juntar em rebanhos, mas ultimamente cada vez mais parece haver necessidade em se pertencer, ou mostrar que se pertence, a um rebanho.

Por vezes fica a ideia que uma Ovelha sem estar registada num rebanho não é uma boa Ovelha. Será uma Ovelha Pirata, ou então a tão famosa Ovelha Negra.

Será que nós não nos podemos juntar para passar uns bons bocados com os nossos amigos sem que tenhamos que nos estar a identificar com algum rebanho?

E será que os rebanhos grandes não vêm que ganhariam mais Ovelhas no seu rebanho se se preocupassem em proporcionar bons momentos e actividades às suas Ovelhas, mas parece que se preocupam mais em apenas contar mais Ovelhas no rebanho, ver o que o vizinho anda a fazer, muitas vezes copiar o que outros já fazem ou até tentar colocar a sua bandeira em actividades de terceiros.

Cá pela minha parte contínuo acima de tudo a procurar divertir-me o máximo possível junto de quem tem um espírito semelhante, porque quando nos juntamos sem formalismos e preocupações de nos mostrarmos é quando se evidencia o espírito de Grupo de Amigos. Não importa qual o nome do nosso rebanho, porque no fim quem se diverte de verdade somos nós, mesmo correndo o risco de sermos as “Ovelhas Negras” !

segunda-feira, 6 de abril de 2009

WRC e Algarves


Este fim-de-semana aproveitámos para ir passear pelas pastagens mais a sul do país. Assim fomos na 6ª à noite e montamos abrigo já em plena serra (calhou-nos pernoitar ao lado de outros rebanho aqui da nossa zona, que não era de ovinos mas sim de pequenos suínos ;o) ). O sábado foi passado em plena pastagem do baixo Alentejo, muito quente, mas de paisagens magníficas. A meio da manhã e no início da tarde o sossego foi interrompido pela passagem de um rebanho de viaturas coloridas que passavam com toda a pressa, um espectáculo muito bonito e que por uns entendidos que lá andavam diziam que aquele rebanho era composto pelos melhores artistas mundiais do ramo. Assim fomos ao fim da tarde até mesmo ao sul para vermos as tais máquinas de perto junto aos seus currais. Não nos arrependemos pois é um espectáculo muito bonito de se ver. Só tenho pena que o meu curral não seja como aqueles, em que num instante dão banho, escovam, tratam dos cascos, pondo os animais como novos ao fim de 20 minutos, como eles não foram na conversa de se mudarem para o nosso pasto, pelo menos ainda trouxe a minha protecção solar da cabeça assinada pelo melhor artista do rebanho
Ao fim do dia dirigimo-nos para barlavento, onde pernoitamos na zona em que iríamos passear durante o dia de domingo. Região muito do meu agrado e em que passamos o dia a passear calmamente, primeiro pela região litoral e depois mais interior e novamente por serras de paisagens e cheiros que nos encantam. O que vale é que pelo meio ia havendo uns ribeiritos para nos irmos refrescando. Depois veio a parte pior que foi o regresso ao nosso ovil, onde chegamos cansados mas com as pilhas carregadas para o inicio de mais uma semana de trabalho, que felizmente esta vai ser mais curta pois no próximo fim de semana vamos ter a visita do coelho da Páscoa a distribuir os seus ovinhos ( essa nunca percebi muito bem, sempre pensei que ovos fosse coisa de aves ou repteis e não de coelhos, mas moral da história, estamos sempre a aprender).
Boa semana e não comam muitas amêndoas que fazem o pelo enrolar-se todo e depois é uma desgraça para a tosquia.

terça-feira, 10 de março de 2009

Passeando com o Hagar

Este fim domingo fomos passear com o nosso amigo Hagar, na companhia da sua Helga e mais um grupo de gémeos equestres.
O ponto de partida foi na terra das termas da colina do Rei.
De seguida tivemos um belo passeio por verdejantes pastagens, até que paramos à beira de uma lagoa para trincarmos uns pastelinhos, e de seguida continuamos primeiro com uma passagem pelo deserto e de seguida novamente por belos campos até ao local onde nos foi servida a refeição porque se tratava de um passeio gastronómico.
Um domingo muito bem passado, como já vai sendo habito sempre que nos juntamos com os gémeos equestres. O nosso muito obrigado ao Hagar pelo passeio e também por nos ter emprestado a sua Helga.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Banhos de Lama

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No Sábado resolvi ir brincar um pouco com o gémeo-equestre pelo pasto. Com a chuva que tem caído ultimamente e os pneus adequados (para o asfalto, claro ;o ) só saí de lá com a ajuda da Alfaia-Agrícola que felizmente estava por perto.
Brevemente lá voltaremos, mas já com calçado apropriado.
Bons passeios, mas cuidado com as condições com que se aventuram!
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